PM usa bombas e água para reprimir protesto em São Paulo

PM usa bombas e água para reprimir protesto em São Paulo

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Foto: Agência Brasil

Para evitar que os manifestantes fizessem vigília e mantivessem a Avenida Paulista fechada, policiais utilizaram bombas de efeito moral, gás de pimenta e caminhões de água para dispersar os manifestantes que protestavam hoje (29) em São Paulo contra o impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff. Pelo menos uma pessoa foi detida durante o ato, mas a Polícia Militar não confirmou a informação oficialmente e também não divulgou o número de manifestantes. Os organizadores, no início do ato, falaram na presença de 2 mil pessoas.

Após os jatos de água e as bombas, os manifestantes, que estavam concentrados em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), se dispersaram pela região. Parte deles seguiu pela Rua da Consolação em direção à Praça Roosevelt, no centro da cidade, e foram seguidos pela Tropa de Choque com bombas. Os manifestantes, por sua vez, jogavam lixeiras pelas ruas e as incendiavam, enquanto seguiam pelo local.

Enquanto isso, um grande número de policiais e de caminhões da Tropa de Choque permaneciam pela Avenida Paulista, concentrados principalmente próximo à Praça do Ciclista, para evitar que os manifestantes voltassem para a região. A avenida só voltou a ser liberada por volta das 21h. Pouco depois disso, os caminhões da Tropa de Choque saíram da Paulista, mas por volta das 22h, ainda haviam policiais pela região.

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