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Economia

Banco do Brasil contabiliza calote de R$ 3,6 bilhões de uma empresa e registra aumento na inadimplência

Luciana SantosPor Luciana Santos12 Fevereiro 2026Leitura de 3 Mins
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O Banco do Brasil registrou um calote recorde de R$ 3,6 bilhões proveniente de uma única empresa no quarto trimestre de 2024, impactando significativamente os índices de inadimplência da instituição financeira. A informação foi divulgada pela própria instituição em relatório gerencial, embora o nome da empresa devedora não tenha sido oficialmente revelado.

De acordo com o documento apresentado, esse calote extraordinário contribuiu para elevar a taxa de inadimplência do banco estatal. O episódio representa um dos maiores registros individuais de não pagamento na história recente da instituição financeira brasileira.

Impacto da inadimplência no Banco do Brasil

A inadimplência acima de 90 dias do Banco do Brasil apresentou crescimento no período analisado, reflexo direto desse calote bilionário. Segundo a instituição, o índice foi pressionado pela provisão extraordinária relacionada a essa operação específica.

Além disso, o banco precisou reforçar suas provisões para devedores duvidosos para cobrir potenciais perdas relacionadas ao caso. Esse movimento contábil é necessário para proteger o balanço patrimonial da instituição contra riscos de crédito elevados.

Contexto econômico e concessão de crédito

O episódio ocorre em um momento de desaceleração econômica no Brasil, quando as instituições financeiras enfrentam desafios crescentes na qualidade de suas carteiras de crédito. A elevação da taxa básica de juros e a pressão inflacionária têm dificultado a capacidade de pagamento de empresas em diversos setores.

No entanto, especialistas do mercado financeiro destacam que calotes dessa magnitude são eventos raros e geralmente relacionados a operações corporativas de grande porte. O Banco do Brasil mantém uma das maiores carteiras de crédito corporativo do país, o que naturalmente expõe a instituição a riscos concentrados.

Gestão de riscos sob análise

Analistas de mercado questionam os procedimentos de análise de risco que permitiram uma exposição tão significativa a um único devedor. De acordo com especialistas, as instituições financeiras costumam estabelecer limites de concentração para evitar perdas dessa proporção.

Adicionalmente, o caso levanta discussões sobre as garantias exigidas pelo banco na concessão original do crédito. A capacidade de recuperação desse valor dependerá das garantias constituídas e do processo de renegociação ou execução judicial.

Consequências para os resultados financeiros

O calote de R$ 3,6 bilhões tem potencial para afetar a lucratividade do Banco do Brasil no período, uma vez que as provisões necessárias impactam diretamente o resultado líquido. Contudo, a instituição mantém uma base de capital sólida que permite absorver esse tipo de choque.

Meanwhile, investidores reagiram à notícia com cautela, buscando mais informações sobre a origem da dívida e as perspectivas de recuperação. O mercado aguarda posicionamento mais detalhado da administração do banco sobre o caso.

Transparência e expectativas futuras

In contrast com a divulgação do valor do calote, o Banco do Brasil optou por não revelar publicamente a identidade da empresa devedora, citando questões contratuais e legais. Essa postura gerou debate sobre transparência em instituições controladas pelo governo federal.

Por outro lado, a instituição afirmou estar adotando todas as medidas cabíveis para recuperação do crédito, incluindo negociações extrajudiciais e eventuais ações judiciais. O banco reforçou seu compromisso com a gestão prudente de riscos e com a proteção dos interesses de seus acionistas.

O Banco do Brasil deverá fornecer mais detalhes sobre o caso durante a divulgação de seus resultados trimestrais completos, quando espera-se maior clareza sobre as estratégias de recuperação do crédito e o impacto final nos resultados consolidados. Até o momento, não há informações confirmadas sobre prazos para resolução definitiva da questão.

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Luciana Santos

Luciana Santos cobre ciência, tecnologia e saúde, com atenção a pesquisas, inovação, regulação e seus efeitos no cotidiano. No Águas Lindas News, produz reportagens explicativas sobre temas como IA, segurança digital, medicamentos, vigilância sanitária e políticas de saúde pública. Seu trabalho valoriza evidências, consenso científico quando disponível e linguagem acessível — sempre indicando o grau de certeza das informações e o que ainda está em investigação.

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