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Economia

Venezuela autoriza empresas estrangeiras a produzir e vender petróleo com direito a lucros, informa agência

Paula CastroPor Paula Castro22 Janeiro 2026Leitura de 3 Mins
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A Venezuela planeja permitir que empresas estrangeiras produzam e vendam petróleo diretamente do país, com direito a repatriação de lucros, segundo informações divulgadas por agências internacionais nesta semana. A medida representa uma mudança significativa na política energética venezuelana e pode atrair novos investimentos para o setor petroleiro nacional, atualmente em declínio.

De acordo com relatórios de agências de notícias, o governo venezuelano estaria preparando um novo marco regulatório para flexibilizar as regras que atualmente limitam a participação de companhias internacionais na exploração de petróleo. A iniciativa permitiria que essas empresas comercializem a produção e transfiram os rendimentos obtidos para o exterior.

Mudanças na Política Petroleira da Venezuela

A proposta de liberação da produção e venda de petróleo por empresas estrangeiras surge em um momento crítico para a economia venezuelana. O país, que possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, viu sua produção despencar nas últimas duas décadas devido a anos de desinvestimento, sanções internacionais e gestão ineficiente da estatal PDVSA.

Atualmente, a legislação venezuelana exige que a empresa estatal PDVSA mantenha participação majoritária em todos os projetos de exploração e produção de hidrocarbonetos. Essa regra tem sido apontada como um dos principais obstáculos para atrair capital estrangeiro necessário para revitalizar a indústria.

Contexto Econômico e Sanções Internacionais

A Venezuela enfrenta um cenário econômico desafiador, com anos de hiperinflação e contração do PIB. A indústria petroleira, que já foi responsável por mais de 90% das receitas de exportação do país, sofreu uma queda dramática na produção, passando de mais de 3 milhões de barris por dia no início dos anos 2000 para menos de 800 mil barris diários atualmente, segundo dados da indústria.

Além disso, as sanções impostas pelos Estados Unidos e outros países ocidentais limitaram severamente a capacidade da Venezuela de exportar petróleo e acessar mercados financeiros internacionais. Essas restrições dificultaram ainda mais a obtenção de tecnologia e investimentos necessários para manter a infraestrutura petroleira.

Implicações para o Mercado Energético

A abertura do setor de petróleo para empresas estrangeiras com direito a lucros poderia representar um ponto de virada para a indústria energética venezuelana. No entanto, especialistas alertam que diversos desafios permanecem, incluindo a insegurança jurídica, a infraestrutura deteriorada e o ambiente político instável do país.

Adicionalmente, a implementação prática dessas mudanças dependerá de como o governo estruturará os contratos e garantirá a proteção dos investimentos. Muitas companhias internacionais têm histórico de disputas legais com o governo venezuelano relacionadas à nacionalização de ativos e mudanças unilaterais em acordos comerciais.

Reação do Mercado Internacional

Embora detalhes específicos sobre o novo marco regulatório ainda não tenham sido oficialmente divulgados pelas autoridades venezuelanas, a notícia gerou interesse inicial no mercado energético global. Diversas empresas que já operaram no país no passado poderiam considerar um retorno, caso as condições sejam consideradas favoráveis e as sanções internacionais sejam flexibilizadas.

Por outro lado, a manutenção de restrições por parte dos Estados Unidos e da União Europeia continuaria sendo um obstáculo significativo para muitas companhias ocidentais, que precisariam avaliar cuidadosamente os riscos de compliance antes de retomar operações na Venezuela.

Até o momento, o governo venezuelano não anunciou oficialmente um cronograma para a implementação dessas mudanças regulatórias nem forneceu detalhes sobre os termos específicos que serão oferecidos às empresas estrangeiras. A confirmação oficial e a publicação dos novos regulamentos são aguardadas para esclarecer como a política será efetivamente aplicada.

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Paula Castro
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Paula Castro cobre temas de mundo, direitos digitais e regulação de plataformas, com foco no impacto de decisões públicas sobre tecnologia, privacidade e liberdade de expressão. Baseada em Brasília, acompanha debates no governo, no Congresso e em órgãos reguladores, além de repercussões internacionais que afetam o Brasil. No Águas Lindas News, produz reportagens explicativas e análises de contexto, priorizando documentos oficiais, dados verificáveis e atribuição clara de informações.

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